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Projeto Falcão reforça policiamento do Paraná com helicópteros superequipados

Roy Junior

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A segurança pública do Paraná ganhou um grande reforço, desta vez no policiamento aéreo. O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta sexta-feira (18) o Projeto Falcão, que vai utilizar tecnologias de última geração para dar suporte aéreo às operações de segurança pública no Estado no combate ao crime organizado. Ele prevê a utilização de cinco drones e quatro aeronaves tripuladas para contribuir com o trabalho das equipes policiais que estão em terra.

O Governo do Estado fez a locação de duas novas aeronaves, que se juntam a outros dois helicópteros do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) para a prevenção de crimes. A área de cobertura do policiamento aéreo também será ampliada. A intenção da Secretaria de Estado da Segurança Pública é reforçar o serviço aéreo policial na base em Curitiba, além de implantar uma base em Cascavel, no Oeste, para a atender a região de fronteira.

“São os primeiros helicópteros da América Latina totalmente equipados para o serviço policial. Os equipamentos conseguem à noite, numa floresta, identificar uma pessoa, além de mapear placas a quilômetros de distância. Vai ser uma ferramenta importantíssima para apoiar as equipes da terra. Chegamos no melhor momento tecnológico da segurança pública na nossa história, e hoje temos os mesmos equipamentos que a polícia de Los Angeles e da Flórida”, afirmou o governador.

Ele também citou queda recentes nos índices de criminalidade, como de 8,7% nos homicídios e 6,3% nos furtos no primeiro semestre de 2023, além da apreensão de 188 toneladas de maconha neste ano, o melhor número da história no combate ao tráfico e o crime organizado. “Estamos conseguindo atrelar força, preparo técnico, responsabilidade dos nossos profissionais, tecnologia e novos equipamentos. E quem ganha com isso é a sociedade paranaense”, afirmou Ratinho Junior.

O secretário de Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, traçou um paralelo entre o passado e o futuro da Polícia Militar. “Sou de uma época em que tínhamos que deixar as viaturas desligadas porque não tinha combustível. Também se comprava os carros mais baratos e não tínhamos aeronaves. Hoje vivemos uma realidade muito diferente. Temos motocicletas da BMW, caminhonetes e 13 aeronaves, somando a Polícia Militar e Polícia Civil, à disposição das forças de segurança. E os policiais têm autonomia para acionar todo esse aparato”, afirmou.

Ele também destacou que o programa é fruto de uma atualização dos equipamentos e que reúne o que há de mais moderno no setor. “Nós compramos os drones com dinheiro do leilão das viaturas velhas e eles vão ajudar muito as novas operações. Além disso, os equipamentos dos helicópteros são mais caros do que a própria aeronave, o que mostra que priorizamos o uso de muita tecnologia”, complementou.

AERONAVES – O Governo do Estado está investindo R$ 16,7 milhões para a locação das duas aeronaves Robinson 66 monoturbina, com sistema de equipamentos para utilização no serviço policial. Elas contam com painel dianteiro adaptado para operação com óculos de visão noturna (OVN), com todos os dispositivos internos, equipamentos, luzes de cabine e externas compatíveis com o OVN.

Também foi instalado o sistema MX-10, que é projetado para ser montado em aviões, helicópteros e outros veículos aéreos não tripulados (VANTs). Ele fornece uma imagem térmica de alta resolução e detalhada para ajudar nas operações de vigilância, busca e salvamento, reconhecimento de alvos, controle de fronteiras, rádio patrulhamento policial e outras aplicações.

Também conta com câmera infravermelha com resolução HD, zoom óptico contínuo com campo de visão mínimo que permite identificar alvos a 4,5 quilômetros, tendo um alcance máximo de até 15 quilômetros, dependendo das condições atmosféricas e do tamanho do objeto. Além disso, os helicópteros também têm farol de busca de alta performance, que potencializa a segurança das equipes de solo em terrenos com baixa luminosidade e na localização de suspeitos em áreas de matas, rios e terrenos diversos.

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O projeto ainda prevê um alto-falante externo, específico para operações em aeronave e com sirene inclusa. O equipamento possibilita ouvir com perfeição as informações repassadas, além de rádio policial homologado para utilização em aeronaves para comunicação com as equipes policiais.
As outras duas aeronaves, que são utilizadas pelo BPMOA desde 2011, foram plotadas para auxiliar nas demandas de transporte de tropas especializadas, plataforma de observação e intervenção policial. A nova plotagem visa à padronização das viaturas da PMPR e facilita identificação e visualização nas operações policiais.

“Essas aeronaves serão os olhos da polícia porque têm grande capacidade de zoom, câmeras para imagens térmicas e comunicação com as equipes de terra. Aos poucos vamos levando para a PM um novo suporte, inclusive para voos noturnos, o que representa um ganho inestimável para a corporação”, disse o major Marcio Valim de Souza, comandante do BPMOA.

DRONES – O Projeto Falcão também adquiriu cinco sistemas de aeronaves remotamente pilotadas (RPAS/drones) com autonomia de voo de aproximadamente 40 minutos, capacidade de voo noturno com câmera termal de alta definição, capacidade de zoom óptico de 30 vezes e zoom digital de 200 vezes.
Eles possuem alto-falante e farol de buscas para otimizar sua aplicação nas demandas policiais, além de gerador de energia para aumentar a autonomia de voo. Isso permite o carregamento simultâneo das baterias em áreas de operação onde não há disponibilidade de energia elétrica.

NOVAS VIATURAS – Além das novas aeronaves, Ratinho Junior também entregou à PM 74 viaturas semiblindadas do modelo Duster. Elas também foram locadas pelo Estado, a um custo anual de 3,3 milhões, e serão distribuídas em todos os batalhões. O processo dá mais agilidade ao trabalho policial, pois a viatura pode ser substituída mais rapidamente, além de economizar com a manutenção dos veículos. Até dezembro a programação prevê mais 800 novas viaturas para a corporação.
O governador ainda citou a compra de 1,5 mil fuzis para a PM, que também deve ser concluída até o fim de 2023, reforçando ainda mais a estrutura de combate ao crime.

PRESENÇAS – Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; os secretários João Carlos Ortega (Casa Civil), Sandro Alex (Infraestrutura e Logística), Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento) e Cleber Mata (Comunicação); o diretor paranaense do BRDE, Wilson Bley Lipksi; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jefferson Silva; o chefe da Casa Militar, tenente-coronel Sérgio Vieira Benício; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Manoel Vasco; os deputados estaduais Nelson Justus, Tito Barrichello, Luiz Fernando Guerra, Hussein Bakri, Alexandre Amaro, Paulo Gomes e Gilberto Ribeiro; e o coronel Adilson Luiz Lucas Prüsse, idealizador do projeto.

Confira o vídeo que mostra os helicópteros em ação:

Fonte: AEN

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Paraná

Vencimento da 2ª parcela do IPVA para placas com final 9 e 0 é nesta sexta-feira

Roy Junior

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A segunda parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2024 dos veículos com placas terminadas em 9 e 0 deve ser quitada até esta sexta-feira (23). Para os contribuintes que optaram pelo parcelamento em cinco vezes, os prazos para pagamento da segunda cota venceram ao longo da semana, de acordo com o número final da placa do veículo.

Assim como já ocorria em anos anteriores, as guias de recolhimento (GR-PR) não são enviadas pelos correios. A Secretaria da Fazenda e a Receita Estadual também não encaminham boletos por e-mail nem aplicativos de mensagens.

Os contribuintes do Paraná devem gerá-las por meio dos canais oficiais, como o Portal IPVA, os aplicativos Serviços Rápidos, da Receita Estadual, e Detran Inteligente, disponíveis para Android e iOS, ou Portal de Pagamentos de Tributos.

OPÇÕES DE PAGAMENTO – Uma alternativa de pagamento do IPVA é o pix, por meio do QR Code inserido na guia de recolhimento, a partir de mais de 800 instituições financeiras. O pagamento nessa modalidade é compensado em até 24 horas e pode ser feito nos canais eletrônicos dos bancos ou por meio de aplicativos, não limitados aos parceiros do Estado.

Além disso, é possível pagar o IPVA com cartão de crédito, que permite parcelar os débitos em até 12 vezes. Neste caso, a Fazenda e a Receita chamam a atenção para as taxas cobradas pelas instituições operadoras. A tabela dos juros aplicados por cada uma delas está disponível AQUI.

ALÍQUOTA – A alíquota do IPVA no Paraná é fixada em 3,5% sobre o valor venal de carros e motos em geral. Para ônibus, caminhões, veículos de carga, de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) a alíquota é de 1%.
O IPVA representa uma das principais fontes tributárias do Estado, e 50% de sua arrecadação é destinada aos municípios.

ATRASO – A multa é de 0,33% ao dia mais juros de mora (de acordo com a taxa Selic). Após 30 dias de atraso, o percentual é fixado em 10% do valor do imposto.

SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre a existência de sites falsos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é que as guias de pagamento sejam sempre geradas através dos sites oficiais, cujos endereços terminam com a extensão “pr.gov.br”, ou por meio dos apps da Receita Estadual e do Detran, que fornecem formas seguras de realizar os pagamentos.

Confira o calendário da segunda parcela do IPVA 2024, com vencimento em fevereiro:
1 e 2 – 19/02 (vencida)
3 e 4 – 20/02 (vencida)
5 e 6 – 21/02 (vencida)
7 e 8 – 22/02 (vence nesta quinta)
9 e 0 – 23/02

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Fonte: AEN

Vencimento da 2ª parcela do IPVA para placas com final em 9 e 0 é nesta sexta-feira
Foto: Gabriely Smek / Sefa

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Paraná

Com aumento de temporais, Copel acelera investimentos de R$ 252,5 milhões no Noroeste

Roy Junior

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Somente em 2024, a Copel vai investir R$ 252,5 milhões para reforçar e expandir a rede de distribuição de energia que atende a região Noroeste do Paraná, importante polo agroindustrial, comercial e de serviços do Paraná. Em reunião com gestores públicos e empresários, o presidente da Copel, Daniel Slaviero, e o diretor-geral de Distribuição, Maximilano Orfali, apresentaram os investimentos que a companhia está executando.

Os recursos serão aplicados em novas subestações, linhas, redes e na instalação de equipamentos para ampliar e modernizar a infraestrutura elétrica. O montante se soma aos R$ 288 milhões investidos no Noroeste entre 2021 e 2023.

“Nós sabemos da urgência desses investimentos, que são essenciais para o desenvolvimento do Noroeste. Estamos trabalhando para dar respostas cada vez mais rápidas ao grande crescimento da região”, destacou Slaviero.

Orfali explicou que, ao longo dos últimos anos, a Copel tem aumentado sistematicamente o montante investido na rede de distribuição de energia, que em 2024 alcançou a cifra de R$ 2,091 bilhões em todo o Paraná. O diretor também destacou que a companhia está atenta ao crescimento do turismo na região dos balneários que ficam junto ao Rio Paraná. “Nós sabemos que, assim como no Litoral, a população dos balneários aumenta significativamente em determinadas épocas do ano. Por isso vamos dar uma atenção especial a essa região”, acrescentou.

O diretor da Copel explicou que, mesmo com os investimentos, a companhia tem enfrentado desafios relacionados ao aumento contínuo na incidência de temporais de grandes proporções que atingem o Paraná, provocando destruição das redes e desligamentos. Somente em 2023 o Estado foi prejudicado por 24 grandes temporais, número 50% maior do que em 2022 e 118% superior à quantidade de temporais de 2021.

Em 2023, foram registradas 3.935 rajadas de ventos acima de 50 km/h, 14% a mais que no ano anterior e 34,8% superior a 2021. O acréscimo também foi observado na incidência de raios: no ano passado, o Estado foi atingido por 284 mil. Em 2022 foram 228 mil raios e, em 2021, cerca de 100 mil. Os dados são do Simepar.

“Apesar dessas dificuldades, a Copel é reconhecida pela Aneel como uma das empresas que consegue se mobilizar e atender os clientes mais rapidamente durante essas contingências”, disse Orfali.

NOVAS SUBESTAÇÕES – As principais obras em andamento neste ano compreendem a construção das subestações Morangueira, em Maringá, que será concluída ainda em 2024, e das unidades Bandeira, em Campo Mourão, e Cinturão Verde, em Cianorte, que serão entregues em 2025, além de novas redes, instalação de transformadores e aportes no Paraná Trifásico.

Somente a subestação Morangueira, que vai operar em 138 mil volts, recebe um investimento de R$ 44 milhões. Em Campo Mourão, a construção da subestação Bandeira totaliza R$ 59 milhões. Em Cianorte, a nova subestação Cinturão Verde soma R$ 49,1 milhões destinados.

Entre as obras de modernização e ampliação das subestações já existentes na Região Noroeste, destacam-se as melhorias em andamento na unidade Jardim Alvorada (de 138 mil volts), em Maringá. A obra está absorvendo R$ 24 milhões em investimentos.

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Em Colorado, o valor aplicado para modernizar a subestação homônima, também de 138 mil volts, totaliza R$ 11 milhões. Há, ainda, obras de melhoria previstas para as subestações de 34,5 mil volts em Roncador, Moreira Sales, Jussara e Maria Helena, com aportes de R$ 1,5 milhão em cada.

Além do investimento em subestações, R$ 198,8 milhões estão sendo destinados a obras de média e baixa tensão. Esse segmento contempla a instalação de equipamentos de automação e modernização da rede, totalizando R$ 9 milhões, além de R$ 54,8 milhões destinados ao atendimento de solicitações específicas de consumidores.

As melhorias em média e baixa tensão também englobam os investimentos no Paraná Trifásico, que receberá um aporte de R$ 120,4 milhões para expansão da rede rural. Trata-se do maior programa de energia rural no país, pelo qual a Copel está ampliando e modernizando a infraestrutura elétrica no campo.
As novas redes, além de mais resistentes, dispõem de equipamentos interligados e automatizados que, em caso de desligamentos, são capazes de restabelecer o fornecimento de energia em poucos segundos.

Fonte: AEN

Com aumento de temporais, Copel acelera investimentos de R$ 252,5 milhões no Noroeste
Foto: Copel

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Paraná

Paraná registra 8,4 mil novos casos de dengue e mais um óbito

Roy Junior

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O informe semanal da dengue, divulgado nesta terça-feira (20) pela Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), registrou 8.414 novos casos, 18.960 notificações e confirmou mais um óbito pela doença neste período epidemiológico, que começou a ser monitorado em 30 de julho. O Paraná soma agora 45.930 casos confirmados, 130.107 notificações e 16 mortes.

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O novo óbito é de uma mulher de 64 anos, com comorbidades, residente no município de Londrina, no Norte do Estado, sede da 17ª Regional de Saúde de Londrina.

O 24º Informe Epidemiológico publicado pela Vigilância Ambiental da Sesa registrou também 31.421 casos em investigação e 47.323 descartados. Dos 399 municípios, 292 apresentaram casos autóctones, quando a doença é contraída localmente, e 389 registraram notificações.

As regionais com mais casos confirmados de dengue até ao momento são as de Apucarana (11.518), Cascavel (4.130), Londrina (4.049), Paranavaí (3.964), Ivaiporã (3.678) e Maringá (3.544). Já os municípios com o maior número de casos são Apucarana (8.179), Londrina (3.252) e Maringá (2.066).

CHIKUNGUNYA – O mosquito Aedes aegypti também é responsável pela transmissão, além da dengue, de zika e chikungunya. Durante este período não houve confirmação de casos de zika. Em relação à chikungunya, o documento confirma 567 notificações, 63 casos confirmados e nenhum óbito desde o início do período sazonal.

O boletim completo pode ser consultado AQUI. Mais informações estão AQUI.

Fonte: AEN

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