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Novo programa de pavimentação deve gerar 9 mil empregos em cada ano de execução

Roy Junior

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O programa Asfalto Novo, Vida Nova, lançado nesta terça-feira (4) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, deve gerar cerca de 9 mil empregos diretos e indiretos em cada ano de execução. A estimativa é do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon), que leva em conta o investimento de R$ 500 milhões repartido entre cada ano de execução do projeto, entre 2023 e 2024.
Um levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) aponta ainda um acréscimo de R$ 158 milhões no PIB paranaense em cada um dos anos. Para Ratinho Junior, além da geração de empregos diretos e indiretos, o impacto econômico será ainda maior, já que o projeto tem foco em sustentabilidade, o que tem chamado cada vez mais a atenção de investidores.

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“Nós lançamos esse grande programa de pavimentação urbana com sustentabilidade para melhorar a qualidade de vida dos paranaenses. E isso atrai investimentos de indústrias, do comércio e, consequentemente, gera mais empregos. Muitas empresas estão vindo para o Paraná porque conseguimos esse selo de Estado mais sustentável do Brasil”, ressaltou.
Segundo o presidente do Ipardes, Jorge Callado, o programa é um bom exemplo de gestão pública e deve impulsionar o desenvolvimento econômico das cidades a longo prazo, motivado pelas
melhorias na infraestrutura.

“O ambiente ficará mais favorável para a atração de negócios e empreendedores, melhorando o acesso da população a serviços, à saúde e ao comércio”, disse ele. “Além da geração de empregos nas obras, há uma melhoria estruturante que fica para o município, atraindo mais investimentos por parte da iniciativa privada. As pessoas que recebem salários compram no comércio da região. Com a circulação destes salários na economia, cada vez mais negócios podem se estabelecer”.
Para Carlos Augusto Emery Cade, presidente do Sinduscon, o número de empregos impacta não só o setor da construção civil, mas também toda a cadeia produtiva e a economia dos municípios. “Temos exemplos recentes no Paraná de que a realização de obras de pavimentação deste tipo impactam as indústrias num primeiro momento, mas também todo o setor produtivo, que envolve a mão de obra de construção e, também, de produção de insumos”, disse.

MELHORIAS – O programa Asfalto Novo, Vida Nova é uma articulação conjunta entre os poderes Executivo e Legislativo. Do valor total, R$ 300 milhões são provenientes do Tesouro do Estado e os outros R$ 200 milhões em recursos da Assembleia Legislativa. Cada município poderá receber um aporte de até R$ 5 milhões para viabilizar as obras. Os recursos já estão disponíveis aos municípios, que terão o prazo de 180 dias para apresentarem os projetos de engenharia à secretaria estadual das Cidades para análise.
O objetivo é pavimentar as vias urbanas que ainda estão em leito natural, sem nenhum tipo de pavimento, totalizando cerca de 350 quilômetros de extensão, além de substituir toda a iluminação pública pelo sistema mais moderno de LED. Esta primeira etapa do programa vai contemplar 160 municípios com até 7 mil habitantes. A meta é asfaltar as ruas de 100% das cidades com até 25 mil habitantes até o final de 2024.

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De acordo com Lucimar de Souza Moraes, prefeita de Jardim Olinda, menor município do Paraná localizado na região Noroeste, o investimento no município será transformador. “Nossos pequenos municípios ficaram abandonados por muitos anos. Agora será uma transformação. Nossa cidade vai alavancar, vai girar a economia, principalmente a indústria”, destacou.
OBRA – As vias também receberão calçamento com acessibilidade e galerias de águas pluviais. O programa prevê ainda a substituição de cerca de 77,5 mil lâmpadas convencionais pelas de LED, que iluminam mais gastando menos energia elétrica, em todos os municípios contemplados. As licitações para contratação das empresas que executarão as obras serão de responsabilidade das próprias prefeituras, que contarão com o acompanhamento técnico dos profissionais do Paranacidade, órgão vinculado à Secretaria das Cidades, em todas as etapas.

Fonte: AEN

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Concurso

Estado divulga relação de candidatos/vagas do concurso do Quadro do Poder Executivo

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A Divisão de Recrutamento e Seleção de Recursos Humanos, da Secretaria da Administração e da Previdência, divulgou nesta quinta-feira (11) as informações estatísticas sobre as vagas e os números de inscritos do concurso público deste domingo (14), inclusive para PCDs e afrodescendentes. O candidato pode acessar o documento na íntegra com os detalhes de todos os cargos e funções no portal oficial do certame. São mais de 250 vagas para o Quadro Próprio do Poder Executivo, com 35.640 candidatos inscritos.

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O cargo para Nível Superior com o maior número de candidatos inscritos foi o de Administrador, com 4.731 inscritos. O número representa uma disputa de 105 candidatos por vaga (são 45 vagas no total). Na sequência aparecem as funções de Analista de Procuradoria e Pedagogo, com 2.040 e 1.713 inscrições para duas e uma vaga, respectivamente.

Já para os cargos disponíveis para o Ensino Médio e Ensino Médio Técnico, a maior procura foi para Técnico de Enfermagem, com 7.869 inscritos (para duas grandes áreas regionais de atuação), em 15 vagas; Fiscal de Meio Ambiente, com 3.054 inscrições para duas vagas; e Técnico de Manejo e Meio Ambiente, com um total de 592 candidatos para nove vagas (66 por vaga).

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“As estatísticas não devem desanimar os inscritos, pois este é um concurso que terá 253 vagas iniciais, mas que poderá ser prorrogado e ter validade de até quatro anos. Dessa forma, a expectativa é de que o número final de convocados seja ainda maior dentro deste período”, lembrou o secretário da Administração e da Previdência, Elisandro Frigo.

A prova será aplicada em seis cidades: Curitiba, Cascavel, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina e Umuarama. A maior parte dos candidatos fará a prova na Capital (19.897 candidatos), seguido por Londrina (6.466) e Cascavel (3.683 candidatos).

Os locais de prova serão abertos às 13 horas e o candidato terá quatro horas para a realização do exame. Esta etapa tem caráter eliminatório e classificatório e será composta de 50 questões de múltipla escolha. Os candidatos serão classificados por ordem decrescente de pontos. O gabarito preliminar e o Caderno de Questões da Prova Objetiva serão divulgados um dia após a aplicação da prova.

Confira a relação completa de vagas e inscritos AQUI .

Fonte: AEN

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Estadual

Com 1,3 mil salas abertas, Dia D de vacinação contra a gripe será neste sábado no Paraná

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O Dia D de mobilização nacional para a Campanha de Vacinação Contra a Gripe será neste sábado (13). As pessoas do grupo prioritário que têm dificuldade de acesso a uma sala de vacinação ou de comparecer durante a semana poderão se proteger e atualizar a carteirinha. Para isso, 1.351 salas de vacinação estarão abertas e 10,9 mil profissionais de prontidão em todo o Paraná.

A ação é promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) em parceria com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems/PR) e Ministério da Saúde. A imunização ocorrerá das 8h às 17h, a depender da programação de cada município.

A expectativa da Sesa é aplicar cerca de 200 mil vacinas em todo o Paraná. Além do imunizante da gripe, estarão disponíveis as demais vacinas de rotina do Calendário Nacional de Imunização, de acordo com o estoque disponível nas secretarias municipais.

As vacinas de rotina são: Hepatite B, Pentavalente, Vacina Inativada Poliomielite (VIP), Vacina Oral de Poliomielite (VOP), Pneumocócica 10 Valente, Meningocócica C, Meningocócica ACWY, Tríplice Viral (SCR), Varicela, Hepatite A, Febre Amarela, Rotavírus, HPV, DTP e DTPa.
Também estão vigentes as campanhas de imunização contra a dengue, nos 47 municípios contemplados das Regiões de Apucarana, Foz do Iguaçu e Londrina, e contra a Covid-19.

“Queremos convocar os paranaenses para mais um Dia D de vacinação, especialmente para a imunização contra a gripe, e reforçar a importância de manter a imunização em dia. Com o apoio dos municípios e a colaboração da população do Estado, ampliaremos nossa cobertura vacinal e aumentaremos a proteção contra doenças que podem ser prevenidas”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

INFLUENZA – A 26ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe acontece neste ano inicialmente nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, com início em 25 de março. Desde então, segundo dados do Vacinômetro do Ministério da Saúde, 357.892 vacinas foram aplicadas no Paraná, perfazendo 9,20% de cobertura dentre 4.574.841 pessoas elencadas como público-alvo.

Nesta quinta-feira (11), o Paraná recebeu mais 308 mil vacinas da Influenza. Ao todo o Estado já recebeu 2 milhões de doses para a campanha de 2024.
Fazem parte do público-alvo crianças de seis meses a menores de seis anos; trabalhadores da saúde; gestantes; puérperas; professores dos ensinos básico e superior; povos indígenas; pessoas com mais de 60 anos; pessoas em situação de rua; profissionais das forças de segurança e de salvamento; profissionais das forças armadas.

Também compõem grupos prioritários pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade); pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; quilombolas; trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso); trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).

Fonte: AEN

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Cotidiano

Período mais seco: IAT faz alerta sobre incêndios nas Unidades de Conservação do Paraná

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A chegada do outono, período marcado por temperaturas mais baixas e ocorrência de menos chuvas, aumenta o risco de incêndios florestais em razão da vegetação mais seca. No fim do mês passado, fiscais do Instituto Água e Terra (IAT) foram acionados para controlar princípios de incêndios próximos a dois parques estaduais: Vila Velha, em Ponta Grossa, e Monge, na Lapa. Em comum, a origem dos focos de fogo, iniciados pelo acendimento de uma vela em local inadequado ou o lançamento irresponsável de uma bituca de cigarro ainda aceso.

Imprudência que também já foi observada em áreas de apoio de outras Unidades de Conservação (UCs) administradas pelo IAT, como Serra da Baitaca (entre Piraquara e Quatro Barras), Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras), Rio da Onça (Matinhos) e Ibiporã (no município homônimo).

“Os incêndios comprometem a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos fornecidos pelas UCs, e são uma preocupação muito grande na temporada de outono e inverno. O fogo resulta na perda de habitats, na morte de animais mais lentos como répteis e filhotes, e também facilita a proliferação de espécies exóticas e invasoras”, destaca o gerente de Àreas Protegidas do Instituto, Jean Alex dos Santos.

“Além disso, a fumaça decorrente do incêndio causa mal-estar na população que mora ao redor do local afetado e emite grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera”, acrescenta.

O ato de acender uma fogueira ou usar o fogo de forma indiscriminada em uma Unidade de Conservação é proibido pela Lei Estadual nº 21.373/2023. A depender do enquadramento do crime, a punição pode ser de reclusão de até cinco anos e multa que varia de R$ 200 a R$ 100 mil, conforme o Art. 90 e 91 do decreto nº 6.514/ 2008.

A exceção é apenas para locais apropriados e autorizados pelo órgão ambiental, como o espaço ecumênico dentro do Parque Estadual do Monge. No espaço, com estrutura adequada, é permitido acender velas para práticas religiosas. Ainda assim, é necessário tomar alguns cuidados.

“É fundamental que seja uma área úmida e sem a presença de vegetação, com atenção especial às gramíneas de baixo porte, que propagam o fogo com mais facilidade. Para evitar qualquer incidente, é vital limpar o entorno da área antes de colocar a vela e apagar a chama depois de sair do local. Carregar bastante água também é importante para viabilizar o apagamento de um possível foco de incêndio logo no início, prevenindo danos maiores”, ressalta o gerente.

PREVENÇÃO – Se você avistar um foco de incêndio em uma UC, o indicado é acionar o Corpo de Bombeiros pelo número 193. Durante a ligação, forneça o máximo de detalhes possível sobre o local e as condições do incêndio, para facilitar a atuação dos profissionais. Outras recomendações incluem se afastar do lugar para evitar acidentes e alertar a equipe do IAT responsável pela unidade, que também saberá como lidar com as chamas.

O instituto possui três linhas de atuação com o objetivo de combater e monitorar incêndios florestais: o Programa de Prevenção de Incêndios na Natureza (Previna); um Termo de Cooperação com a Federação Paranaense de Montanhismo (Fepam), com destinação de equipamentos; e o programa de voluntariado em Unidades de Conservação (VOU), que proporciona a formação de brigadistas voluntários.

O Previna foi estabelecido em 2018 com o Decreto Estadual nº 10.859 para proporcionar a preservação dos patrimônios ambientais existentes no Estado. Ele vincula ações de meio ambiente, segurança pública e defesa civil para identificar recursos e organizar a resposta, garantindo que seja rápida e efetiva. Uma parte importante do programa envolve a sociedade civil. Assim as atividades de prevenção se multiplicam.

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ÁREA VERDE – O Paraná possui atualmente 72 Unidades de Conservação catalogadas pelo IAT, das quais 25 estão atualmente abertas para visitação. Esse montante compreende 26.250,42 km² de áreas protegidas por legislação, formadas por ecossistemas livres que não podem sofrer interferência humana ou àquelas com o uso sustentável de parte dos seus recursos naturais, como os parques abertos à visitação pública.

Essas áreas de proteção são divididas em UCs estaduais de Uso Sustentável, com 10.470,74 km²; UCs estaduais de Proteção Integral (756,44 km²), Áreas Especiais de Uso Regulamentado (Aresur), 152,25 km², e Áreas Especiais e Interesse Turístico (AEIT), com 670,35 km², todas com administração do Governo do Estado.

O cenário se completa com as Reservas Particulares do Patrimônio Natural, as chamadas RPPNs, que somam atualmente 553,83 km²; terras indígenas, com 846,87 km²; e Unidades Federais, de 8.840,39 km², sendo o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, a área mais simbólica; e Unidades Municipais (3.959,55 km²), como o Parque Barigui, em Curitiba.

Fonte: AEN

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Policial

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