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Eventos movimentam turismo em grandes e pequenas cidades do Paraná nesta semana

Roy Junior

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Grandes eventos em Cianorte, no Noroeste, Boa Esperança, no Centro-Oeste, e Paranaguá e Pontal do Paraná, no Litoral, movimentam o calendário turístico no Paraná neste final de julho. Os festivais contam com apoio da Secretaria de Estado do Turismo.
Em Cianorte, a semana começou com a abertura da 52ª edição da Expovest, maior feira atacadista de moda a pronta entrega do sul do Brasil, que vai até esta quarta-feira (26). Um dos grandes eventos de negócios do Estado, leva à cidade visitantes de todo o Brasil para a apresentação da coleção Primavera/Verão 2023/2024. Criada em 1990, a Expovest integra a programação do aniversário da cidade, celebrado em 26 de julho.

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As festividades na cidade prosseguem com o Cianorte Festival Setenta Anos, que terá parque, exposição, praça de alimentação e apresentações musicais gratuitas no Novo Centro. Dia 25 (terça), a animação fica por conta de Fernando & Sorocaba; dia 26 (quarta), a dupla Ícaro e Gilmar anima a região; dia 27 (quinta) quem se apresenta é Gabriela Rocha; dia 28 (sexta) o show é da banda Titãs; dia 29 (sábado) é a vez de Zé Felipe; e dia 30 (domingo), Guilherme e Santiago encerram a programação.

Já a Cidade-Mãe do Paraná, Paranaguá, está completando 375 anos no dia 29 de julho e a festa de aniversário conta com uma programação variada durante toda a semana.
Terça (25) tem apresentação do Coral Municipal na Estação Ferroviária de Paranaguá; na quarta (26) tem apresentação do Ballet Bolshoi no Teatro Rachel Costa, Centro Histórico; dia 27 (quinta), tem missa especial em ação de graças alusiva aos 375 anos de Paranaguá no Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio e abertura do Festival de Humor “Hahanaguá”, com Rogério Morgado, no Teatro Rachel Costa; e dia 28 (sexta) tem show com o cantor Daniel no Estádio Fernando Charbub Farah, Ponta do Caju, e a sequência do festival de humor com Marlei Cevada.

Já no dia do aniversário, tem ato cívico em comemoração aos 375 anos da cidade, show gospel com a cantora Isadora Pompeo no Estádio Fernando Charbub Farah, Festival de Humor com Helio de La Peña e Baile de Fandango no Mercado do Café, Ladeira Vinte e Nove de Julho, no Centro Histórico. No domingo, acontece o 7º Encontro Anual de Veículos Antigos e Especiais de Paranaguá, em frente à Estação Ferroviária, e apresentação da Orquestra Filarmônica de Antonina no Teatro Rachel Costa.

Também em Paranaguá, mas na Ilha do Mel, acontece a tradicional Lobafest, com encontro de embarcações (lanchas e jetskis) em frente à Nova Brasília, com atendimento de delivery boat. O evento terá uma Caça ao Tesouro, na Fortaleza da Ilha do Mel – atores contarão a história do forte interagindo com os participantes e os enigmas a serem desvendados entrarão na história. Na base estrutural do evento que, ficará em Nova Brasília, haverá a Tenda dos Tesouros, onde os participantes irão fazer a troca dos vouchers e aproveitar o show musical.

COMIDA CAIÇARA – Em Pontal do Paraná, acontece a última semana do Festival de Gastronomia Caiçara, que mobiliza bares e restaurantes de diversos balneários. O evento é uma exaltação à cambira, prato considerado patrimônio da cozinha brasileira, originalmente preparado com peixe seco e defumado, acompanhado de banana e pirão.
Um concurso gastronômico premiará estabelecimentos com os melhores pratos caiçaras. Entre as categorias estão o Prato Feito Caiçara, o Petisco Caiçara e a melhor Cambira Tradicional. Para degustar essas delícias típicas, o público poderá escolher entre os estabelecimentos participantes que estão no site www.gastronomiacaicara.com.br.

VACA ATOLADA – O município de Boa Esperança, na região de Goioerê, realiza no dia 30/7 (domingo) a 23º Festa da Vaca Atolada, considerado o maior evento do prato típico da região. A atração musical fica por conta da dupla Matheus & Kauan. A festa acontece partir das 9h no Clube Recreativo de Boa Esperança.

Fonte: AEN

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Anvisa alerta para uso de relógios para medição de glicemia

Roy Junior

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou para o uso de relógios inteligentes ou smartwatche para a medição de glicemia – concentração de açúcar no sangue – e de oximetria – saturação de oxigênio no sangue.

Em nota técnica, a entidade destacou que qualquer aparelho que realize medições reconhecidas como de uso tipicamente médico deve ser regularizado pela agência e que não existe, até o momento, nenhum dispositivo desse tipo regularizado para medição não invasiva de glicose ou oximetria.

“Isso porque ainda não há estudos com evidências robustas sobre a segurança e o desempenho para esta indicação de uso”, destacou a Anvisa.

Ainda de acordo com a agência, a medição não invasiva de glicemia por relógios e acessórios do tipo smartwatch representa uma tecnologia em desenvolvimento, que não passou pelo processo regulatório sanitário.

“A precisão dos dispositivos médicos avaliados pela Anvisa é crucial, pois erros podem resultar em doses inadequadas de insulina, com sérias consequências imediatas, como choque glicêmico, ou de longo prazo, contribuindo para o agravamento das condições de saúde relacionadas ao controle inadequado da diabetes”, alerta.

Softwares aprovados
Atualmente, cinco softwares pasmartwatchra têm aprovação da Anvisa para medir pressão arterial, eletrocardiograma e notificação de ritmo cardíaco irregular. Os produtos regularizados podem ser consultados no site da Anvisa.
Já aparelhos que medem apenas frequência cardíaca e respiratória, que não são considerados de uso estritamente médico, não estão sujeitos à regulamentação da Anvisa.

Denúncias
Caso seja identificada a veiculação de anúncios de relógios e acessórios do tipo smartwatch que alegam capacidade de realizar medições não invasivas de glicemia, sugerindo ou não seu uso para controle glicêmico, a orientação da agência é que seja feita uma denúncia por meio de um dos canais de atendimento órgão.

“A venda de dispositivos médicos sem a devida regularização é uma infração sanitária, com penalidades previstas pela Lei 6.437/1977”, concluiu a Anvisa.

Fonte: Agência Brasil

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Entenda por que hemorragia não é o principal sintoma da dengue grave

Roy Junior

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Popularmente conhecido como dengue hemorrágica, o agravamento da dengue se caracteriza por uma queda acentuada de plaquetas – fragmentos celulares produzidos pela medula óssea que circulam na corrente sanguínea e ajudam o sangue a coagular – e que geralmente leva ao extravasamento grave de plasma. O termo dengue hemorrágica, na verdade, deixou de ser usado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2009, uma vez que a hemorragia, nesses casos, nem sempre está presente.

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De acordo com as diretrizes publicadas pela OMS, as autoridades sanitárias atualmente distinguem as infecções basicamente entre dengue e dengue grave. Enquanto os casos de dengue não grave são subdivididos entre pacientes com ou sem sinais de alerta, a dengue grave é definida quando há vazamento de plasma ou de acúmulo de líquidos, levando a choque ou dificuldade respiratória. Pode haver ainda sangramento grave e comprometimento de órgãos como fígado e até mesmo o coração.

A OMS diz que, de 2009 em diante, a magnitude do problema da dengue no mundo aumentou de forma dramática, além de se estender, geograficamente, a muitas áreas anteriormente não afetadas pela doença. A avaliação da entidade é que a dengue foi e permanece sendo, ainda hoje, a mais importante doença viral humana transmitida por artrópodes – grupo de animais invertebrados que inclui o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Atualmente, a classificação de gravidade clínica para a dengue definida pela OMS e seguida pelo Ministério da Saúde no Brasil é a seguinte:

Dengue sem sinais de alarme
Nesses casos, o paciente apresenta febre geralmente por um período de 2 a 7 dias acompanhada de duas ou mais das seguintes manifestações clínicas: náusea ou vômitos; exantema (erupção cutânea); dor de cabeça ou dor atrás dos olhos; dor no corpo ou nas articulações; petéquias (manchas avermelhadas de tamanho pequeno); e baixos níveis de glóbulos brancos no sangue.

Dengue com sinais de alarme
Qualquer caso de dengue que apresente um ou mais dos seguintes sinais durante ou preferencialmente após a queda da febre: dor abdominal intensa e sustentada ou sensibilidade no abdômen; vômito persistente; acúmulo de líquidos; sangramento de mucosas; letargia ou inquietação; hipotensão postural (pressão arterial baixa ao levantar-se da posição sentada ou deitada); aumento do fígado; e aumento progressivo do hematócrito (porcentagem de hemácias no sangue), com queda na contagem de plaquetas.

Dengue grave
Qualquer caso de dengue que apresente uma ou mais das seguintes manifestações clínicas: choque ou dificuldade respiratória devido a extravasamento grave de plasma dos vasos sanguíneos; sangramento intenso; e comprometimento grave de órgãos (lesão hepática, miocardite e outros).

Fonte: Agência Brasil

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Com bons indicadores, programa do Estado ajuda população a parar de fumar

Roy Junior

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Seguindo uma tendência mundial, o Paraná tem registrado uma queda contínua nas taxas de consumo de tabaco, assim como maior interesse das pessoas em deixar o vício em cigarros. Considerado um grave problema de saúde pública, a doença epidêmica, caracterizada pela dependência da nicotina, é um fator de influência para diversas outras doenças, como cardiovasculares, respiratórias e cânceres.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, levantamento mais recente do Ministério da Saúde, dos 1.344.046 fumantes acima de 18 anos no Paraná, 586.004 (43,6%) tentaram parar de fumar e cerca de 140.641 procuraram tratamento com profissional de saúde. Em nível nacional, dos 21.113.773 fumantes, 9.839.018 (46,6%) tentaram parar.

Segundo a PNS 2019, 14,6% da população paranaense acima de 18 anos ainda faz uso do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilha, cachimbo, cigarros de cravo e narguilé) ou produtos derivados do tabaco que não fazem fumaça, como fumo para mascar ou rapé. Em 2013, esse índice era de 17,8%, o que representa uma redução três pontos percentuais e milhares de pessoas em seis anos, até 2019.

O Governo do Paraná tem contribuição importante na luta contra o tabaco, com legislação antifumo iniciada em 1952 e em 1979, e a criação do Programa Estadual de Controle do Tabagismo (PECT), que visa reduzir a prevalência de fumantes e a morbimortalidade decorrente do consumo de produtos derivados do tabaco. O programa engloba capacitações, comunicação ativa, ações educativas junto à população, prevenção da iniciação do tabagismo, proteção acerca do tabagismo passivo, cessação do tabagismo, entre outras.

Em 2023, no registro mais recente do PECT, outras 12.880 pessoas buscaram tratamento para cessar a dependência do tabagismo. “O tabagismo é atualmente a principal causa de morte evitável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo considerada uma doença pediátrica, pois a maioria dos fumantes se torna dependente até os 19 anos de idade”, salienta a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

PROGRAMA – O atendimento à pessoa tabagista no Paraná é realizado por equipes multiprofissionais de saúde, prioritariamente na atenção primária, tendo como eixo principal a abordagem cognitiva, que prevê uma mudança de comportamentos e escolha de hábitos saudáveis de vida.

Este cuidado prevê o acolhimento do usuário, avaliação clínica, aferição do grau de dependência à nicotina, apoio ao tratamento, sessões em grupo e terapia medicamentosa se necessário. Além disso, a interação no grupo incentiva e propicia a mudança de crenças e comportamentos relacionados ao consumo de tabaco.

“Todos os profissionais de saúde devem perguntar sobre o uso do tabaco e convivência com fumantes, a fim de aconselhar e apoiar o início do tratamento de cessação do tabagismo”, enfatiza a chefe da Divisão de Prevenção e Controle de Doenças Crônicas e Tabagismo da Sesa, Rejane Cristina Teixeira Tabuti.

Atualmente, o programa é ofertado em 299 municípios pelo SUS. De acordo com a Sesa, 75% dos municípios paranaenses contam com, ao menos, uma equipe que oferta tratamento do tabagismo, tanto nas Unidades de Saúde da Atenção Primária, como na Atenção Especializada.

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Para Elaine Cristina Vieira, coordenadora de Promoção da Saúde da Secretaria da Saúde, o Estado tem empenhado esforços para que todos os 399 municípios ofertem o tratamento de cessação do tabagismo. “Todas essas medidas geram um reflexo positivo na queda de prevalência de fumantes em um contexto geral. Parar de fumar a qualquer tempo, traz benefícios. Procure uma Unidade de Saúde e informe-se sobre o tratamento”, complementa.

TABAGISMO – Segundo o Relatório Mundial sobre Tendências na Prevalência do uso de Tabaco 2000 – 2030, publicado pela OMS em janeiro, com dados de 165 países, apesar da tendência de queda, metade dos homens (49,1%) e cerca de uma em cada seis mulheres (16,3%) com 15 anos ou mais ainda utilizam algum tipo de tabaco. A taxa média de consumo no mundo entre os jovens com idades entre 15 e 24 anos diminuiu de 20% em 2000 para cerca de 13% em 2022, e prevê-se que atinja 12% em 2030.

Fonte: AEN

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