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Copa do Mundo Feminina

Chegou a hora de o Brasil vencer a França, diz Pia Sundhage

Roy Junior

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A técnica sueca Pia Sundhage afirmou que chegou a hora de o Brasil vencer a França. A declaração foi dada durante entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (28), um dia antes da partida da seleção brasileira com as europeias pelo Grupo F da Copa do Mundo de futebol feminino.

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“Há sempre um histórico quando você joga contra um time. E quanto mais tempo você joga contra um time, como a França, mais perto você chega da vitória. Isso é um fato, é uma questão de tempo. Temos uma oportunidade. Tento comparar 2019 [quando o Brasil foi eliminado do Mundial justamente pelas francesas] com agora, e está muito diferente. Quando observo a equipe, elas estão alegres, confiantes e acreditam que é possível. Este é o momento para jogarmos um ótimo futebol e vencer o jogo”, declarou a treinadora.

Porém, para garantir os três pontos neste sábado (29), a seleção canarinho terá que quebrar um incômodo tabu, terá que vencer pela primeira vez as francesas em uma partida oficial, pois em 11 partidas são 6 derrotas e 5 empates. Considerando apenas confrontos em Copas, há um empate de 1 a 1 no Mundial de 2003 pela fase de grupos e uma derrota, de 2 a 1 na prorrogação, nas oitavas de final da última edição da competição, em 2019.

Segundo Pia, a equipe brasileira chega mais preparada para o confronto com as francesas após alcançar importantes resultados contra equipes qualificadas nos últimos anos: “Enfrentar a Inglaterra, vencer a Alemanha, Chile e Panamá, nos dá confiança. A cada gol marcado, ganhamos confiança. E, como eu disse, procuramos criar uma atmosfera de ‘este é o momento’. Então, esta é a nossa oportunidade neste jogo específico contra a França”.

O Brasil enfrenta a França, a partir das 7h (horário de Brasília) do próximo sábado no estádio de Brisbane, na Austrália, pela segunda rodada do Grupo F da Copa do Mundo.

Fonte: Agência Brasil

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Copa do Mundo Feminina

Presidente da Federação Espanhola se desculpa por beijar atleta campeã

Roy Junior

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O presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Luis Rubiales, se desculpou pelo beijo que deu na boca da jogadora Jenni Hermoso, da seleção da Espanha, durante a entrega das medalhas de ouro pelo título da Copa do Mundo de futebol feminino, ocorrida ainda no gramado do estádio Austrália, em Sidney, logo após a vitória por 1 a 0 na final contra a Inglaterra, no último domingo (20). Em vídeo publicado nesta segunda-feira (21), Rubiales reconheceu que se equivocou e afirmou que o gesto partiu de um momento de “máxima efusividade”, sem nenhuma má intenção ou má fé, mas sim de maneira espontânea.

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No pódio, Rubiales cumprimentou todas as jogadoras espanholas, mas a aproximação com Hermoso foi diferente. A camisa 10 da seleção desperdiçara um pênalti durante a final. Em vez de beijá-la no rosto, o presidente beijou a jogadora na boca.

Pouco depois, em uma live na internet, Hermoso afirmou não ter gostado da atitude. As primeiras reações de Rubiales à repercussão negativa do gesto foram no sentido de rechaçar qualquer crítica, afirmando à Rádio Marca que se tratariam de “idiotices”.

No entanto, conforme as imagens foram se espalhando, figuras importantes da sociedade espanhola começaram a manifestar repúdio pelos atos do presidente. Em entrevista à rádio RNE, o ministro interino da Cultura e Esportes da Espanha, Miquel Iceta, disse que o gesto era “inaceitável”. Já a ministra interina para a Igualdade de Gênero da Espanha, Irene Montero, foi ao Twitter (X) para afirmar que as “violências sexuais, principalmente as de menor intensidade, seguem sendo invisibilizadas e normalizadas”. Segundo a governante, elas devem ser chamadas do que são: violências sexuais.

Diante das novas dimensões que o caso ganhou, em vídeo divulgado pela RFEF, Rubiales disse lamentar o episódio, que aconteceu no mesmo dia de um dos eventos mais felizes do futebol espanhol. Segundo ele, dentro do ambiente da seleção, tudo foi visto de forma natural, mas que no mundo exterior isto causou muita agitação. “Se alguém que se sentiu atingida por isso, tenho que me desculpar”, disse Rubiales.

Em comunicado também enviado pela federação, Jenni Hermoso minimizou o ocorrido: “Foi um gesto mútuo, totalmente espontâneo, motivado pela enorme alegria de vencer uma Copa do Mundo. O ‘presi’ e eu temos uma ótima relação, o comportamento dele com todas nós sempre foi nota 10 e esse foi um gesto natural de carinho e gratidão”.

Fonte: Agência Brasil

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Copa do Mundo Feminina

Suécia domina Austrália e garante terceiro lugar da Copa do Mundo

Roy Junior

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O terceiro lugar da Copa do Mundo é da Suécia. Neste sábado (19), a seleção escandinava não se intimidou com a torcida presente em peso no Estádio de Brisbane, na Austrália, e derrotou as anfitriãs por 2 a 0, no duelo que valeu a medalha de bronze do Mundial Feminino de futebol em 2023.

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É a quarta vez que as suecas terminam uma Copa em terceiro lugar, repetindo 1991, 2011 e a edição anterior, em 2019. A seleção europeia ainda tem um vice-campeonato em 2003. As australianas alcançaram o top-4 do Mundial de maneira inédita, realizando a melhor campanha da história do país. Mesmo com a derrota, as Matildas (como é conhecida a seleção) saíram de campo aplaudidas, em sinal de reconhecimento.

As escandinavas se despedem da Copa com seis vitórias (uma delas nos pênaltis, sobre os Estados Unidos, principais favoritos, nas oitavas de final) e apenas uma derrota, para a Espanha, por 2 a 1, na semifinal. As australianas, por sua vez, venceram quatro vezes (uma nas penalidades, diante da França) e perderam três. Um dos reveses foi o da semifinal, para a Inglaterra, por 3 a 1.

Blackstenius comanda suecas
A Suécia não demorou a mostrar que comandaria as ações do primeiro tempo, tendo Stina Blackstenius como referência. Com menos de um minuto de bola rolando, ela tabelou na intermediária com a também atacante Kosovare Asllani, invadiu a área pela direita e finalizou cruzado, rasteiro, obrigando a goleira Mackenzie Arnold a se esticar para evitar o gol.
As anfitriãs conseguiram reduzir o ímpeto inicial das europeias, mas com dificuldades para chegar à meta sueca. Quando conseguiram, pararam em Zecira Musovic. Aos 23 minutos, a atacante Hayley Raso, quase na pequena área, dominou um cruzamento que veio pela direita, encarou a zagueira Nathalie Bjorn e chutou forte, para defesa da goleira sueca.

A resposta não demorou. Aos 25, Asllani cruzou pela direita e a atacante Fridolina Rolfö, de cabeça, acertou o travessão. Dois minutos depois, Blackstenius foi derrubada na área pela zagueira Claire Hunt. A árbitra Cheryl Foster foi chamada ao vídeo para conferir o lance e decidiu pela marcação de pênalti para a Suécia. Rolfö bateu e abriu o placar.
As australianas sentiram o gol, o que facilitou a estratégia sueca de manter o ritmo do jogo sob controle. Pouco antes do intervalo, a seleção europeia quase ampliou a fatura. Aos 47 minutos, Asllani cobrou falta na área pela direita, a defesa tirou e Blackstenius, de primeira, concluiu quase da marca do pênalti, mas Arnold evitou o segundo gol.

Asllani decide confronto
O cenário não se alterou na etapa final, com a Suécia marcando forte e atacando com velocidade e intensidade. Foi assim que, aos 16 minutos, a equipe balançou as redes novamente. Após bola retomada na intermediária defensiva, Blackstenius foi lançada pela direita, invadiu a área, resistiu à pressão de Hunt e abriu na esquerda para Asllani chutar de primeira, aumentando a vantagem sueca.

Mesmo dominadas, as Matildas tentaram se lançar à frente. Assim como no primeiro tempo, quando conseguiam furar a marcação sueca, Musovic estava lá para frustrar as anfitriãs. Aos 23 minutos, a atacante Sam Kerr cobrou falta pela esquerda. Hunt desviou de cabeça para dentro da área e a zagueira Clare Polkinghorne concluiu à queima-roupa, parando na goleira.
A chance, porém, foi exceção. As suecas, em nenhum momento, perderam o controle da partida. Determinando o ritmo do jogo, elas administraram o resultado até o apito final.

Fonte: Agência Brasil

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Copa do Mundo Feminina

Espanha bate Suécia e disputa final da Copa feminina pela primeira vez

Roy Junior

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A Espanha garantiu presença na final da Copa do Mundo de futebol feminino após derrotar a Suécia, no início da manhã desta terça-feira (15) no Eden Park, em Auckland, na Nova Zelândia. Agora, a Fúria decide o título da competição com o vencedor de Inglaterra e Austrália, que fazem a outra semifinal da competição na próxima quarta-feira (14).

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Na partida, que teve a brasileira Edna Alves na arbitragem, a Espanha foi superior desde o princípio, abusando da troca de passes para manter o domínio da bola. Com isso, a Fúria criou as melhores oportunidades de marcar, mas a ótima goleira Musovic conseguiu manter o placar inalterado até o intervalo.

Diante de um adversário que mostrou muita força na defesa, a Espanha só conseguiu abrir o placar aos 36 minutos do segundo tempo, quando Hermoso cruzou na área, Andersson cortou mal e a bola sobrou limpa para a jovem atacante Salma Paralluelo, que bateu de primeira para marcar um belo gol.

Mas a Suécia estava viva e buscou empate, já aos 43 minutos. Rolfo recebeu na ponta esquerda e deu um chutão para o meio da área, onde Lina Hurtig escorou de cabeça para Rebecka Blomqvist acertar linda finalização de chapa. Porém, não deu tempo nem de comemorar, pois um minuto depois Teresa Abelleira cruzou escanteio rasteiro para a entrada da área, onde a lateral Olga Carmona acertou uma bomba para marcar o gol da vitória e da classificação.

Classificação inédita
Esta é a primeira vez que a Espanha chega a uma final de Copa do Mundo de futebol feminino. Um possível título será a coroação de uma talentosa geração que conta com vários jovens valores, como Paralluelo, que ajudaram na conquista Copa do Mundo sub-20 em 2022. Além disso, o troféu seria uma demonstração de superação de um elenco que viveu um grande conflito com a federação no ciclo de preparação para o Mundial.

Espanha e o vencedor de Inglaterra e Austrália jogam pelo título da Copa do Mundo a partir das 7h (horário de Brasília) do próximo domingo (20) no Estádio Olímpico de Sidney. Já as suecas disputam o terceiro lugar um dia antes.

Fonte: Agência Brasil

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