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Censo 2022: confira as principais novidades e mudanças populacionais do Paraná

Roy Junior

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Além de mostrar o Paraná como o Estado mais populoso da Região Sul, o Censo 2022 divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta outros números superlativos, como o que mostra Curitiba mantendo-se como a 8ª capital mais populosa do Brasil, com 1,77 milhão de habitantes. A capital paranaense, com o incremento de 22 mil habitantes nos 12 anos desde o último levantamento deste tipo, fica logo atrás de Manaus, que tem mais de 2 milhões de habitantes.

O ranking de capitais mostra São Paulo liderando entre as mais populosas, com 11,4 milhões de habitantes, seguido de Rio de Janeiro, com 6,2 milhões, e Brasília, com 2,8 milhões.
Entre as 10 maiores cidades da Região Sul, cinco são do Paraná. Além da Capital, em primeiro lugar, e Londrina (4º lugar), com 555 mil habitantes, estão Maringá (7º), com 409 mil, Ponta Grossa (9º), com 358 mil, e Cascavel (10º), com 348 mil habitantes.

Entre os municípios paranaenses que mais ganharam população em números absolutos, Curitiba aparece apenas em 13º lugar em uma lista encabeçada por Fazenda Rio Grande (67.198), São José dos Pinhais (65.012), Cascavel (61.874), Maringá (54.225) e Londrina (49.490). Sarandi, Araucária e Toledo ganharam mais de 30 mil habitantes. O menor do Estado em população é Nova Aliança do Ivaí: 1.323.

Os cinco municípios que tiveram as maiores taxas geométricas anuais – índice porcentual que leva em consideração a dimensão do crescimento ou redução em relação à população de determinada localidade, num contexto de maior proporcionalidade – foram Fazenda Rio Grande, Floresta, Mandaguaçu, Vitorino e Pontal do Paraná.

Pelo lado das reduções, entre os municípios que mais perderam população em números absolutos estão General Carneiro (-2.607), Porecatu (-2.565), Assaí (-2.557), Clevelândia (-2.170) e Cruz Machado (-2.062). Os cinco municípios com as menores taxas geométricas anuais foram Coronel Domingos Soares, General Carneiro, Porecatu, Honório Serpa e Altamira do Paraná.

CLUBE DOS 100 MIL – O Paraná tem, agora, 22 cidades com mais de 100 mil habitantes, tendo entrado nesse seleto grupo, no novo Censo, os municípios de Fazenda Rio Grande, Piraquara, Sarandi, Umuarama e Cambé. Entre essas 22 cidades paranaenses com mais de 100 mil habitantes, nove são da Região Metropolitana de Curitiba (Curitiba, São José dos Pinhais, Colombo, Araucária, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Pinhais, Almirante Tamandaré e Piraquara).

Entre todas as cidades paranaenses, 172 delas perderam população ou não tiveram crescimento algum – 43% dos municípios, a grande maioria deles de municípios abaixo dos 20 mil habitantes. Por outro lado, 57% tiveram algum ganho populacional. Atualmente, 206 municípios paranaenses têm menos de 10 mil habitantes, ou 51% de todos os municípios do Paraná.

PLANEJAMENTO – Segundo o secretário de Estado do Planejamento, Guto Silva, o Censo 2022 traz importantes reflexões e apresenta um novo Paraná, com esse crescimento de mais de 1 milhão de habitantes, que consolida o Estado como o mais populoso do sul do Brasil.

“Pelas prévias, vemos alguns movimentos como o envelhecimento da nossa população, o que significa qualidade de vida. Porém, do ponto de vista orçamentário, nós teremos de ter esse olhar para essa mudança da faixa etária da população e, também, para a migração das pequenas cidades para cidades polos, para regiões metropolitanas”, diz.

Silva assinalou que esse movimento faz com que as cidades menores acabem reduzindo sua população e pressionando os prefeitos das grandes cidades por busca de grandes obras de infraestrutura, como a ampliação de creches e de serviços de saúde.

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“O grande desafio é podermos, de uma forma organizada, planejada, poder retratar toda essa questão da mudança do nosso quadro socioeconômico, para que tenhamos um orçamento e um Plano Plurianual (PPA), que é um planejamento a médio prazo, que possam contemplar essas diferenças e incluam todo paranaense, independentemente da região e da faixa etária, em ações e políticas públicas que possam melhorar sua qualidade de vida”, completa.

O diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Jorge Callado, explica que o aumento da taxa geométrica, como a de 0,76% verificada no Paraná como um todo, é um instrumento importante para o planejamento do Estado. “Esse índice vai ajudar no monitoramento das políticas públicas que já vêm sendo muito bem acompanhadas e executadas no Paraná, como na área de educação, saúde, segurança, habitação e saneamento”, diz.

“É claro que, com esse aumento, as políticas devem ser monitoradas e, em alguns casos, revisadas, valendo salientar que esse aumento foi muito significativo nas regiões metropolitanas e na região do Litoral”, acrescenta.

NOVIDADES – Neste Censo 2022, a grande novidade é que o Paraná se tornou o Estado mais populoso da Região Sul, com 11,4 milhões de habitantes, contra 10,9 milhões do Rio Grande do Sul. O Paraná, agora, é o 5º estado mais populoso do País.

No núcleo urbano central, que corresponde ao grupo de municípios próximos à Capital (Almirante Tamandaré, Araucária, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Colombo, Fazenda Rio Grande, Itaperuçu, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Rio Branco do Sul e São José dos Pinhais) e que apresentam maior integração de serviços, o crescimento foi de quase 300 mil habitantes. Todas as regiões metropolitanas cresceram acima da média nacional.

Capitais mais populosas do Brasil:
São Paulo (SP): 11.451.245
Rio de Janeiro (RJ): 6.211.423
Brasília (DF): 2.817.068
Fortaleza (CE): 2.428.678
Salvador (BA): 2.418.005
Belo Horizonte (MG): 2.315.560
Manaus (AM): 2.063.547
Curitiba (PR): 1.773.733

Maiores cidades da Região Sul:
Curitiba (PR): 1.773.733
Porto Alegre (RS): 1.332.570
Joinville (SC): 616.323
Londrina (PR): 555.937
Florianópolis (SC): 537.213
Caxias do Sul (RS): 463.338
Maringá (PR): 409.657
Blumenau (SC): 361.261
Ponta Grossa (PR): 358.367
Cascavel (PR): 348.051

Confira os 15 municípios paranaenses que mais ganharam população (números absolutos):
Fazenda Rio Grande: 67.198, chegando a 148.873
São José dos Pinhais: 65.012, chegando a 329.222
Cascavel: 61.874, chegando a 348.051
Maringá: 54.225, chegando a 409.657
Londrina: 49.490, chegando a 555.937
Ponta Grossa: 46.766, chegando a 358.367
Sarandi: 33.963, chegando a 118.455
Araucária: 32.543, chegando a 151.666
Toledo: 31.157, chegando a 150.470
Foz do Iguaçu: 29.327, chegando a 285.415
Piraquara: 25.768, chegando a 118.730
Campo Largo: 24.114, chegando a 136.327
Curitiba: 21.826, chegando a 1.773.733
Pato Branco: 19.466, chegando a 91.836
Colombo: 19.062, chegando a 232.056

Confira os 15 municípios paranaenses que mais perderam população (números absolutos):
General Carneiro: -2.607, passando para 11.06
Porecatu: -2.565, passando para 11.624
Assaí: -2.557, passando para 13.797
Clevelândia: -2.170, passando para 15.070
Cruz Machado: -2.062, passando para 15.978
Cantagalo: -2.019, passando para 10.933
Barbosa Ferraz: -1.861, passando para 10.795
Palmital: -1.832, passando para 13.033
Altônia: -1.778, passando para 18.738
Cornélio Procópio: -1.722, passando para 45.206
Tamarana: -1.555, passando para 10.707
São Pedro do Ivaí: -1.477, passando para 8.690
Engenheiro Beltrão: -1.452, passando para 12.454
Moreira Sales: -1.431, passando para 11.175
Cândido de Abreu: -1.411, passando para 15.244

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Conheça as 10 cidades menos populosas do Paraná:
Nova Aliança do Ivaí: 1.323
Jardim Olinda: 1.343
Santa Inês: 1.748
Esperança Nova: 1.849
Miraselva: 1.966
Santo Antônio do Paraíso: 2.125
Uniflor: 2.136
São Manoel do Paraná: 2.138
Iguatu: 2.144
Guaporema: 2.191

Conheça as 10 cidades mais populosas do Paraná:
Curitiba: 1.773.733
Londrina: 555.937
Maringá: 409.657
Ponta Grossa: 358.367
Cascavel: 348.051
São José dos Pinhais: 329.222
Foz do Iguaçu: 285.415=
Colombo: 232.056
Guarapuava: 182.093
Araucária: 151.666

Fonte: AEN

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Anvisa alerta para uso de relógios para medição de glicemia

Roy Junior

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou para o uso de relógios inteligentes ou smartwatche para a medição de glicemia – concentração de açúcar no sangue – e de oximetria – saturação de oxigênio no sangue.

Em nota técnica, a entidade destacou que qualquer aparelho que realize medições reconhecidas como de uso tipicamente médico deve ser regularizado pela agência e que não existe, até o momento, nenhum dispositivo desse tipo regularizado para medição não invasiva de glicose ou oximetria.

“Isso porque ainda não há estudos com evidências robustas sobre a segurança e o desempenho para esta indicação de uso”, destacou a Anvisa.

Ainda de acordo com a agência, a medição não invasiva de glicemia por relógios e acessórios do tipo smartwatch representa uma tecnologia em desenvolvimento, que não passou pelo processo regulatório sanitário.

“A precisão dos dispositivos médicos avaliados pela Anvisa é crucial, pois erros podem resultar em doses inadequadas de insulina, com sérias consequências imediatas, como choque glicêmico, ou de longo prazo, contribuindo para o agravamento das condições de saúde relacionadas ao controle inadequado da diabetes”, alerta.

Softwares aprovados
Atualmente, cinco softwares pasmartwatchra têm aprovação da Anvisa para medir pressão arterial, eletrocardiograma e notificação de ritmo cardíaco irregular. Os produtos regularizados podem ser consultados no site da Anvisa.
Já aparelhos que medem apenas frequência cardíaca e respiratória, que não são considerados de uso estritamente médico, não estão sujeitos à regulamentação da Anvisa.

Denúncias
Caso seja identificada a veiculação de anúncios de relógios e acessórios do tipo smartwatch que alegam capacidade de realizar medições não invasivas de glicemia, sugerindo ou não seu uso para controle glicêmico, a orientação da agência é que seja feita uma denúncia por meio de um dos canais de atendimento órgão.

“A venda de dispositivos médicos sem a devida regularização é uma infração sanitária, com penalidades previstas pela Lei 6.437/1977”, concluiu a Anvisa.

Fonte: Agência Brasil

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Entenda por que hemorragia não é o principal sintoma da dengue grave

Roy Junior

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Popularmente conhecido como dengue hemorrágica, o agravamento da dengue se caracteriza por uma queda acentuada de plaquetas – fragmentos celulares produzidos pela medula óssea que circulam na corrente sanguínea e ajudam o sangue a coagular – e que geralmente leva ao extravasamento grave de plasma. O termo dengue hemorrágica, na verdade, deixou de ser usado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2009, uma vez que a hemorragia, nesses casos, nem sempre está presente.

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De acordo com as diretrizes publicadas pela OMS, as autoridades sanitárias atualmente distinguem as infecções basicamente entre dengue e dengue grave. Enquanto os casos de dengue não grave são subdivididos entre pacientes com ou sem sinais de alerta, a dengue grave é definida quando há vazamento de plasma ou de acúmulo de líquidos, levando a choque ou dificuldade respiratória. Pode haver ainda sangramento grave e comprometimento de órgãos como fígado e até mesmo o coração.

A OMS diz que, de 2009 em diante, a magnitude do problema da dengue no mundo aumentou de forma dramática, além de se estender, geograficamente, a muitas áreas anteriormente não afetadas pela doença. A avaliação da entidade é que a dengue foi e permanece sendo, ainda hoje, a mais importante doença viral humana transmitida por artrópodes – grupo de animais invertebrados que inclui o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Atualmente, a classificação de gravidade clínica para a dengue definida pela OMS e seguida pelo Ministério da Saúde no Brasil é a seguinte:

Dengue sem sinais de alarme
Nesses casos, o paciente apresenta febre geralmente por um período de 2 a 7 dias acompanhada de duas ou mais das seguintes manifestações clínicas: náusea ou vômitos; exantema (erupção cutânea); dor de cabeça ou dor atrás dos olhos; dor no corpo ou nas articulações; petéquias (manchas avermelhadas de tamanho pequeno); e baixos níveis de glóbulos brancos no sangue.

Dengue com sinais de alarme
Qualquer caso de dengue que apresente um ou mais dos seguintes sinais durante ou preferencialmente após a queda da febre: dor abdominal intensa e sustentada ou sensibilidade no abdômen; vômito persistente; acúmulo de líquidos; sangramento de mucosas; letargia ou inquietação; hipotensão postural (pressão arterial baixa ao levantar-se da posição sentada ou deitada); aumento do fígado; e aumento progressivo do hematócrito (porcentagem de hemácias no sangue), com queda na contagem de plaquetas.

Dengue grave
Qualquer caso de dengue que apresente uma ou mais das seguintes manifestações clínicas: choque ou dificuldade respiratória devido a extravasamento grave de plasma dos vasos sanguíneos; sangramento intenso; e comprometimento grave de órgãos (lesão hepática, miocardite e outros).

Fonte: Agência Brasil

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Com bons indicadores, programa do Estado ajuda população a parar de fumar

Roy Junior

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Seguindo uma tendência mundial, o Paraná tem registrado uma queda contínua nas taxas de consumo de tabaco, assim como maior interesse das pessoas em deixar o vício em cigarros. Considerado um grave problema de saúde pública, a doença epidêmica, caracterizada pela dependência da nicotina, é um fator de influência para diversas outras doenças, como cardiovasculares, respiratórias e cânceres.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, levantamento mais recente do Ministério da Saúde, dos 1.344.046 fumantes acima de 18 anos no Paraná, 586.004 (43,6%) tentaram parar de fumar e cerca de 140.641 procuraram tratamento com profissional de saúde. Em nível nacional, dos 21.113.773 fumantes, 9.839.018 (46,6%) tentaram parar.

Segundo a PNS 2019, 14,6% da população paranaense acima de 18 anos ainda faz uso do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilha, cachimbo, cigarros de cravo e narguilé) ou produtos derivados do tabaco que não fazem fumaça, como fumo para mascar ou rapé. Em 2013, esse índice era de 17,8%, o que representa uma redução três pontos percentuais e milhares de pessoas em seis anos, até 2019.

O Governo do Paraná tem contribuição importante na luta contra o tabaco, com legislação antifumo iniciada em 1952 e em 1979, e a criação do Programa Estadual de Controle do Tabagismo (PECT), que visa reduzir a prevalência de fumantes e a morbimortalidade decorrente do consumo de produtos derivados do tabaco. O programa engloba capacitações, comunicação ativa, ações educativas junto à população, prevenção da iniciação do tabagismo, proteção acerca do tabagismo passivo, cessação do tabagismo, entre outras.

Em 2023, no registro mais recente do PECT, outras 12.880 pessoas buscaram tratamento para cessar a dependência do tabagismo. “O tabagismo é atualmente a principal causa de morte evitável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo considerada uma doença pediátrica, pois a maioria dos fumantes se torna dependente até os 19 anos de idade”, salienta a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

PROGRAMA – O atendimento à pessoa tabagista no Paraná é realizado por equipes multiprofissionais de saúde, prioritariamente na atenção primária, tendo como eixo principal a abordagem cognitiva, que prevê uma mudança de comportamentos e escolha de hábitos saudáveis de vida.

Este cuidado prevê o acolhimento do usuário, avaliação clínica, aferição do grau de dependência à nicotina, apoio ao tratamento, sessões em grupo e terapia medicamentosa se necessário. Além disso, a interação no grupo incentiva e propicia a mudança de crenças e comportamentos relacionados ao consumo de tabaco.

“Todos os profissionais de saúde devem perguntar sobre o uso do tabaco e convivência com fumantes, a fim de aconselhar e apoiar o início do tratamento de cessação do tabagismo”, enfatiza a chefe da Divisão de Prevenção e Controle de Doenças Crônicas e Tabagismo da Sesa, Rejane Cristina Teixeira Tabuti.

Atualmente, o programa é ofertado em 299 municípios pelo SUS. De acordo com a Sesa, 75% dos municípios paranaenses contam com, ao menos, uma equipe que oferta tratamento do tabagismo, tanto nas Unidades de Saúde da Atenção Primária, como na Atenção Especializada.

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Para Elaine Cristina Vieira, coordenadora de Promoção da Saúde da Secretaria da Saúde, o Estado tem empenhado esforços para que todos os 399 municípios ofertem o tratamento de cessação do tabagismo. “Todas essas medidas geram um reflexo positivo na queda de prevalência de fumantes em um contexto geral. Parar de fumar a qualquer tempo, traz benefícios. Procure uma Unidade de Saúde e informe-se sobre o tratamento”, complementa.

TABAGISMO – Segundo o Relatório Mundial sobre Tendências na Prevalência do uso de Tabaco 2000 – 2030, publicado pela OMS em janeiro, com dados de 165 países, apesar da tendência de queda, metade dos homens (49,1%) e cerca de uma em cada seis mulheres (16,3%) com 15 anos ou mais ainda utilizam algum tipo de tabaco. A taxa média de consumo no mundo entre os jovens com idades entre 15 e 24 anos diminuiu de 20% em 2000 para cerca de 13% em 2022, e prevê-se que atinja 12% em 2030.

Fonte: AEN

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