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sábado, 18 de dezembro de 2021

Dose de reforço terá intervalo menor:4 meses

Queiroga anuncia que intervalo para dose de reforço contra Covid cairá de cinco para quatro meses

Dose é 'fundamental' para frear novas variantes, diz ministro; regra será publicada na segunda. Reforço é recomendado a todos os maiores de 18 anos

O ministro Marcelo Queiroga em imagem de outubro — Foto: Reprodução/Twitter Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou neste sábado (18) a redução do intervalo mínimo necessário para a aplicação da vacina de reforço contra a Covid. O prazo passará de cinco para quatro meses a partir da segunda dose (ou da dose única, para quem tomou a vacina da Janssen).

"Para ampliar a proteção contra a variante Ômicron vamos reduzir o intervalo de aplicação da 3ª dose de cinco para quatro meses. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos, em especial em grupos de risco", escreveu o ministro em uma rede social.

Ainda de acordo com a postagem, a portaria oficializando a mudança será publicada na próxima segunda (20). "Informe-se sobre o calendário vacinal de seu município e veja se já chegou a sua vez", diz Queiroga no post.
Em estados como São Paulo e Minas Gerais, os governos locais já tinham feito a mesma redução de prazo para a aplicação do reforço vacinal. Os gestores também justificaram as medidas pelo risco de avanço da variante ômicron, mais transmissível.Aqui no Paraná Maringá também reduziu o prazo de 5 para 4 meses.

Até meados de novembro, o intervalo definido pelo Ministério da Saúde para a aplicação do reforço era de seis meses, e a dose era recomendada apenas para idosos e profissionais de saúde.
10,6% já tomaram reforço

Até esta sexta-feira (17), segundo os dados do consórcio de veículos de imprensa, a dose de reforço já tinha sido aplicada em 22.618.133 pessoas, o que representa 10,6% da população.
Os dados também mostram que 141.322.921 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 66,25% da população.

Fonte- G1/Por g1 — Brasília

RoyNews

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