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PARANAVAÍ Previsão do Tempo

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Prefeitos querem urgência na abertura da Unidade Morumbi

Presidentes do CIS e da Amunpar querem

urgência na abertura da Unidade Morumbi

Prefeitos defendem a soma de esforços para que a nova

unidade comece atender a população de toda a região
Os presidentes da Amunpar (Associação dos Municípios do Noroeste Paranaense), prefeito Júlio Leite (Terra Rica), e do Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS/Amunpar), prefeito Freonizio Valente (Santa Isabel do Ivaí) defenderam na manhã desta quinta-feira (21) urgência na abertura da Unidade Morumbi da Santa Casa de Paranavaí. “A saúde tem pressa e não pode esperar”, disse Leite. “A Santa Casa passará a realizar (com a nova unidade) 400 cirurgias eletivas por mês. Atualmente são 150. Coma nova unidade poderemos fechar este ano zerando a fila de esperar de cirurgias eletivas”, acrescentou Valente.
As manifestações foram realizadas depois de uma visita a nova unidade hospitalar. Júlio Lopes estava acompanhada da secretária de Saúde de Terra Rica, Maria Aparecida Bonomi, e Valente da coordenadora do CIS, Nair Maria Vichietti Dinis. A comitiva foi recepcionada pelo diretor-geral administrativo da Santa Casa, Héracles Alencar Arrais.
“Temos que agilizar o funcionamento desta unidade. Estou sugerindo a realização de uma audiência com o governador Ratinho Júnior e com o secretário Beto Preto (Saúde), com a nossa participação, do prefeito Júlio, como representante dos prefeitos, do prefeito KIQ (Carlos Henrique Rossato Gomes, o Delegado KIQ), que é da cidade de referência e representantes da Santa Casa para buscar os caminhos e agilizar este processo”, sublinhou Valente.
Ele enfatizou que a Unidade Morumbi tem “uma estrutura maravilhosa, mas infelizmente está parada. Com esta unidade, teremos condições de fazer a fila de cirurgias eletivas andar. Sabemos que, com a pandemia, é preciso seguir alguns protocolos. Mas agora, com a vacinação dos profissionais da saúde, eles terão mais segurança para trabalhar e temos condições de agilizar este processo”, argumentou o presidente do CIS. Reforçou que “fomos eleitos para melhorar a qualidade de vida da população. E agilizar as cirurgias é uma forma de dar respostas às demandas que recebemos diariamente”.
Júlio Leite também destacou a necessidade de agilizar as cirurgias, que disse ser o “calcanhar de Aquiles dos prefeitos”. Lembrou que garantir uma cirurgia rápida “é dar qualidade de vida às pessoas. Às vezes é uma cirurgia simples e a pessoa fica sofrendo na fila de espera”. Ele também acredita que os profissionais hoje têm melhores condições sanitárias para retomar.

“A saúde é onde os prefeitos mais gastam e a gente fica frustrado pela falta de resolutividade ou por causa da demora”, afirmou Júlio Leite, que defende uma conversa, o mais breve possível, para definir o custeio da nova unidade da Santa Casa. “Não dá para adiar mais. Há quatro anos se discute isso e há 10 anos a obra está lá parada”, analisou.



CONTRATO DE CUSTEIO – O diretor da Santa Casa, Héracles Arrais, confirmou que, desde que começaram as conversas de um novo contrato de custeio para financiar o funcionamento da Unidade Morumbi, está prevista a ampliação de oferta de cirurgias eletivas. Informou que praticamente desde o início da pandemia, estas conversas estão suspensas. “É preciso finalizar as conversações. Como se trata de um hospital 100% SUS, é preciso garantir outras fontes de recursos, só com o SUS não toca o hospital”, disse ele, animado com a disposição dos presidentes da Amunpar e do CIS de dar encaminhamento ao assunto.
Arrais sugere a marcação de uma conversa com o secretário da Saúde e levar o resultado do entendimento ao governador Ratinho Júnior. “O assunto pode começar com o secretário Beto Preto e depois finalizar com o governador para que a coisa possa caminhar e, em pouco tempo, possa ser assinado o contrato de custeio e na sequência, se pensar numa data para a abertura do hospital”, explicou Arrais
Informou que a diretoria da Santa Casa precisa de 80 a 90 dias de prazo, após a assinatura do contrato, para fazer a seleção e contratação de funcionários e negociar com a equipe médica do hospital. “Vai aumentar o serviço e a remuneração do corpo clínico tem que ser readequada à nova realidade”, esclarece. “É uma questão complexa para ser definida de imediato”, aponta, para defender o início das conversações com o secretário Beto Preto.
Héracles Arrais afirma que a diretoria do hospital está à disposição para conversar e iniciar as atividades o mais breve possível. Mas adverte que “a contratação de funcionários e instalação de alguns equipamentos só acontecerão depois de assinado o contrato de custeio”.
Por Jorge Roberto/Jornalista Assessor

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