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PARANAVAÍ Previsão do Tempo

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Anvisa aprova fábrica de insumo da vacina de Oxford

Equipe técnica da agência foi à China inspecionar fábrica onde princípio ativo da vacina será produzido
AstraZeneca desenvolve vacina contra a Covid-19 junto com a Universidade de Oxford e a Fiocruz Foto: DADO RUVIC / REUTERS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta quarta-feira, o certificado de boas práticas de fabricação de medicamentos ao laboratório Wuxu Biologics, da China, responsável pela fabricação do insumo farmacêutico da vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Universidade de Oxford. O certificado foi dado após visita técnica de uma equipe da Anvisa à planta chinesa.
Segundo a Anvisa, o certificado atesta que a fábrica atende a todos os critérios e regras nacionais e internacionais para a fabricação de medicamentos como a vacina contra a Covid-19. No caso da vacina da AstraZeneca, o Brasil tem um acordo de transferência de tecnologia que poderá permitir, a partir de 2021, a fabricação da vacina no Brasil.

Esta etapa é considerada importante porque parte dos insumos que serão usados na fabricação da vacina será fabricado nesta planta. Esse certificado não significa que a vacina já tenha sido aprovada pela Anvisa para a distribuição.
A vacina desenvolvida pela AstraZeneca, Fiocruz e Universidade de Oxford foi a primeira que o governo prometeu adquirir. O governo fechou um acordo no valor de R$ 1,9 bilhão para aquisição de pelo menos 100 milhões de doses da vacina. Ela também é uma das que foram testadas em pacientes brasileiros.
Além dela, o governo federal tem acordos ou memorandos de intenção de compra de outras vacinas como a Coronavac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, a da Pfizer e a do laboratório Moderna.
Na segunda-feira, a Anvisa concedeu o mesmo certificado à fábrica da Sinovac na China, onde será fabricado o insunmo para a producação da Coronavac, desenvolvida pela empresa chinesa e pelo Instituto Butantan.
Fonte G1/O Globo- por Leandro Prazeres

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