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PARANAVAÍ Previsão do Tempo

quinta-feira, 2 de julho de 2020

OAB-Paranavaí doa mais de 1.270 litros de leite para a campanha do 8º Batalhão

A Subseção da OAB de Paranavaí contribuiu com mais de 1.270 litros de leite para a campanha desenvolvida pelo 8º Batalhão da Polícia Militar. Esta é a sétima edição da Campanha do Leite que arrecada o produto junto à comunidade e depois é distribuído entre entidades beneficentes da cidade.
Nesta quinta-feira (02) quando a corporação ainda estava recebendo doações e distribuindo o leite, o total arrecadado já passava de 9 mil litros. “Não imaginávamos sequer chegar próximo deste número”, disse o comandante do Batalhão, tenente-coronel Jefferson Luiz de Souza, quando esteve na OAB recebendo a doação. A subseção foi o ponto de arrecadação para as doações dos advogados.
O comandante contou que, devido as diversas campanhas que foram realizadas na cidade para atender as famílias que sofreram as consequências econômicos da pandemia da Covid-19, “a ideia era nem fazer este ano (a campanha do leite) em virtude de tudo que está acontecendo. As pessoas já estão colaborando (com outras campanhas). Mas devido à necessidade decidimos fazer a campanha. E a gente não imaginava que atingiria esta grandeza”, explicou o oficial. No ano passado, foram arrecadados 5.442 litros.
A entrega dos 1.274 litros de leite foi feita pela presidente da OAB, Célia Zanatta, o ex-presidente Anderson Donizete dos Santos, ouvidor Jayme José de Souza e as advogadas Denize Zorzi, Lindamara Baraldi Pacheco e Virginia Rorato Rufino. O ex-presidente Anderson conseguiu a doação de 40 caixas de 12 litros, ou seja, 480 litros.
Ao receber o leite, Jefferson agradeceu aos advogados que fizeram as doações. Segundo ele, sem a participação da OAB-Paranavaí a campanha não teria o sucesso que teve. “Que Deus abençoe a cada um de vocês, a gente não tem como pagar este esforço, mas com certeza a gente está colocando vocês em nossas orações”, disse o tenente-coronel.
No encontro, o oficial revelou que “a OAB foi a primeira entidade que visitei quando assumi o (comando) 8º Batalhão. A OAB representa muito para a sociedade porque ela busca a justiça e a Polícia Militar também busca a justiça. Então a gente ter a OAB como parceira numa campanha como esta – como em tantas outras que estamos participando juntos – é satisfatório, é reconhecer na classe dos advogados a organização. A Ordem, de uma forma geral, contribui e dá um sustentáculo muito forte e vai impulsionar muitas outras campanhas. E a Polícia Militar e eu queremos sempre estar próximo a OAB por saber do real significado do que ela representa para a sociedade em termos de justiça. Me sinto lisonjeado em ter a OAB como parceira”.
SOLIDARIEDADE – Por sua vez, a presidente Célia Zanatta disse que “é muito gratificante” ver a solidariedade da categoria. “É um gesto concreto e fraterno, que também traz a união. O ser humano tem que ser unido, ele não consegue viver sozinho. Então esta solidariedade, esta união da classe, o trabalho de viabilizar estas doações traz um sentimento de muita satisfação num momento tão difícil como este que vivemos, que só pode ser superado com união, força, fé e coragem. Isso que nos motiva a prosseguir”.
Zanatta diz que este sentimento de solidariedade sempre existiu entre os profissionais, “mas era mais tímido. Hoje vemos uma OAB solidária com sua comunidade, com o lugar que ela está instalada. Parecia, às vezes, uma entidade muito distante, quase que num pedestal, mas na verdade nunca foi. Ela está mostrando realmente a função dela, a função social, a função dentro da sociedade civil. Ela não pode deixar isso de lado. Isso não foi descoberto neste momento, mas acho que a partir de agora não tem volta”.
Na avaliação da presidente a pandemia consolidou o sentimento de solidariedade. “Estes gestos concretos a gente vem praticando desde o início do ano passado quando assumimos a atual gestão. Hoje temos o grupo que prepara as marmitas (para atender moradores de rua), que é a OAB Solidária. E por que solidária? É neste sentido de gestos concretos mesmo, fazer a diferença, não só falar de teoria. Tem que fazer na prática também. Fala-se tanto em violência. Como é que você consegue diminuir a violência? Pela cultura, mas também pelo gesto concreto de ajuda, de estender a mão, de poder mostrar para o irmão que você realmente se solidariza com a dor dele, com o momento dele, que as vezes é muito mais difícil que o seu. Então é disso que a OAB está realmente se aproximando: tentando estar mais próxima da sociedade civil”.

Ass.OAB
RoyNews

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