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terça-feira, 12 de março de 2019

Regiões de Maringá e Paranavaí lideram acidentes com escorpiões

A Coordenadora de Zoonoses da Vigilância Sanitária de Paranavaí, Ana Souza estará na Radio T na manhã desta quarta-feira(13) no Programa de Jornalismo T News Edição local, apresentado por Roy Jr. e Alessandro Mazaro, na 99.1, das 07h15 às 08h00

Ana foi convidada para falar sobre a noticia que repercutiu no T News desta terça-feira(12) de que as Regiões de Maringá e Paranavaí lideram acidentes com escorpiões. 
Veja a matéria:(Fonte- odiario.com)

A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná divulgou nesta segunda-feira (11) os dados sobre acidentes com escorpiões em todo o estado, com as regionais de Maringá e Paranavaí liderando em número de casos. Durante todo o ano passado foram registrados 3144 acidentes com escorpiões no Paraná.

A Regional de Saúde com maior número de casos foi a de Maringá, com 762 registros – sendo 223 no município de Colorado. A regional de Paranavaí aparece em seguida com 518 registros. De acordo com o Programa Estadual de Vigilância de Acidentes por Animais Peçonhentos e Venenosos nos dois primeiros meses deste ano já são 175 casos em todo o estado.
Entre as espécies todas podem causar acidentes. Porém, a maior parte dos casos registrados nos últimos anos foi causada pelo escorpião amarelo, de forte veneno, que não é uma espécie nativa, mas que foi introduzida no Paraná, antes dos anos 90. Isso ocorreu pelo transporte passivo destes animais, que se escondem em vãos de lenhas, tábuas e outros materiais, sendo levados para outros municípios, estados ou até países.

“Mesmo de forma involuntária, o homem auxilia na dispersão de uma espécie. Para se ter uma ideia, certa vez recebemos de uma moradora de Curitiba um escorpião nativo do Peru, que ela capturou dentro de seu apartamento. 
Como ela estava de férias naquele país, provavelmente o animal encontrou sua mochila aberta, se alojou por lá e foi trazido para o Curitiba sem que ela percebesse”, exemplifica Emanuel Marques da Silva, biólogo da Divisão de Zoonoses e Intoxicações da SESA e coordenador do Programa Estadual de Vigilância de Acidentes por Animais Peçonhentos e Venenosos. 

“Alguns municípios estão em um processo inicial de infestação pelo escorpião amarelo, enquanto outros municípios já estão em um processo grande de infestação”, completa.

No caso desta espécie, há dois fatores que contribuem para uma infestação: trata-se de um animal com grande capacidade de adaptação aos ambientes alterados pelo homem, em especial o ambiente urbano. Isso favorece para que o animal se reproduza de forma mas eficaz. Além disso, o escorpião amarelo não precisa de um casal de animais para se reproduzir, bastando uma fêmea para gerar filhotes (reprodução por partenogênese).

"Cada filhote que nasce, quando instalado em um ambiente favorável, vai crescer e gerar novos filhotes quando tiver em torno dos 9 meses de vida. Com isso, temos um processo de infestação de forma rápida, pois esse escorpião é capaz de gerar de 2 a 4 crias por ano, com 20 filhotes em média, podendo ter mais de 80 filhotes em um ano, de uma única fêmea”, alerta o biólogo.
Para evitar que escorpiões se proliferem em residência, valem os mesmos cuidados tomados para evitar aranhas marrons e outros animais: eliminar os chamados 4 As: abrigo, acesso a este abrigo, alimento e água.

"Se nós mudarmos qualquer um destes As, nós teremos um impacto importante sobre a população destes animais. Se o homem é capaz de produzir um ambiente favorável para o escorpião dentro de seu ambiente domiciliar, ele também é capaz de alterar esse ambiente, não deixando-o mais favorável. Este é um trabalho que a Secretaria de Saúde tem feito ao longo dos anos capacitando os técnicos dos municípios para que orientem a população no controle da proliferação do escorpião amarelo”, afirma Emanuel.

RoyNews- Fonte-odiario.com- Foto Capa- Paraná Portal

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