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PARANAVAÍ Previsão do Tempo

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Jogador de base do Flamengo retorna a Paranavaí após incêndio no CT do clube




O paranavaiense Rhayllan não estava no CT Ninho do Urubu no dia do incêndio. Teve de ficar em uma casa até que resolvesse documentações escolares. Se não fosse por essa exigência, estaria no alojamento do clube com os outros jogadores

Dez jogadores das bases juniores do Flamengo morreram no incêndio que tomou conta do Centro de Treinamento Ninho do Urubu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada de 8 de fevereiro. Tinham entre 14 e 17 anos de idade e dividiam o alojamento com outros 13 jovens que conseguiram escapar.
A tragédia ganhou espaço nos noticiários logo pela manhã daquela sexta-feira. A informação também chegou à casa de César Luís e Cláudia Teles da Silva, em Paranavaí: pai e mãe de Rhayllan Teles, atleta de 15 anos que tinha chegado ao Rio de Janeiro no domingo anterior para ingressar no time rubro-negro.

Enquanto assistiam aos programas de tevê sobre o incêndio, tentavam entrar em contato com o filho. A demora em conseguir respostas aumentava a preocupação e a angústia. “Quando percebi a dimensão da tragédia, fui à loucura”, contou o pai. O alívio só veio depois das 8 horas da manhã, quando, enfim, a mãe conseguiu conversar com Rhayllan.

O adolescente não estava no alojamento. Dormia em uma casa fora do Centro de Treinamento e só soube do incêndio quando acordou e conversou com a mãe. Em seguida ligou o televisor e passou a acompanhar a cobertura jornalística. Os amigos que estavam na mesma casa foram envolvidos por “um clima muito ruim”, disse Rhayllan ao Diário do Noroeste. “Todo mundo ficou triste.”
Ele contou que entre os atletas que morreram estava um grande amigo, Gedson Santos, a quem chama de “Gedsinho”. Os dois eram companheiros do dia a dia. Brincavam juntos, estavam sempre próximos. Victor Isaías, que também não sobreviveu, era outro amigo de Rhayllan.

Os garotos tinham treinado na quinta-feira anterior ao incêndio e participariam de um jogo no dia da tragédia. A partida seria no Maracanã, onde uma equipe de árbitros testaria o VAR, equipamento que funciona como assistente eletrônico e que permite recuperar imagens durante o jogo para tirar dúvidas em determinados lances.

FUTURO – Rhayllan disse ao Diário do Noroeste ainda não sabe quando voltará ao Rio de Janeiro. Aguarda o comunicado do Flamengo, mas não perdeu a vontade de jogar futebol. O sonho segue, e agora com mais motivação. “Quero voltar e jogar por eles que não poderão mais jogar”, afirmou, emocionado.

O adolescente aposta na visibilidade do clube para mostrar o potencial que tem. Quer chegar longe, construir carreira profissional no futebol. E tem total apoio dos familiares. “Vamos insistir enquanto for possível”, declarou o pai. “Vamos sempre acreditar nos sonhos dele”, disse a mãe.
ESCAPOU – Rhayllan não estava no CT Ninho do Urubu no dia do incêndio. Teve de ficar em uma casa até que resolvesse documentações escolares. Se não fosse por essa exigência, estaria no alojamento do clube com os outros jogadores. 
O atleta disse que não chegou a conhecer as instalações por dentro, mas de onde estava podia ver toda a estrutura. Seria levado para lá assim que concluísse o processo de matrícula em uma escola do Rio de Janeiro.

RoyNews- Fonte Diário do Noroeste.

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