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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Governadora vem assinar convênio para compra de móveis para a Unidade Morumbi



A governadora Cida Borghetti estará em Paranavaí na próxima quinta-feira, dia 20, para assinar convênio com a Santa Casa no valor de R$ 19.651.462,90 para aquisição de equipamentos e mobiliários para a Unidade Morumbi. 

A visita também marcará a entrega das obras de construção civil da unidade, onde o Governo do Estado investiu R$ 20 milhões. O secretário estadual de Saúde, Antônio Carlos Nardi, deputados federais e estaduais e autoridades regionais vão participar do evento.
Cida Borghetti chegará a Unidade Morumbi às 14h30 e, após a cerimônia, vai visitar as instalações. Ontem, o engenheiro responsável pela obra, Luiz Tadeu (Notti) Fernandes, o diretor administrativo do hospital, Héracles Alencar Arrais e funcionários da Santa Casa estiveram na Unidade Morumbi definindo o itinerário a ser visitado.
Operários trabalham nos últimos detalhes da obra e uma grande equipe já está fazendo a limpeza do prédio.
Nesta semana, Arrais esteve em Curitiba e concluiu as negociações que envolveram as secretarias da Fazenda e de Saúde para assegurar os recursos necessários para equipar o hospital. 
“Entregamos todos os documentos e o Governo também concluiu o trâmite burocrático, o que vai permitir a assinatura do convênio. Assim, os recursos já ficam assegurados e em breve começaremos a licitação dos equipamentos e móveis”, disse ele.
Arrais avalia que os processos licitatórios deverão começar já em janeiro. A estimativa é que a conclusão da compra ocorra entre seis a oito meses, com a entrega de todos os equipamentos.
 “Enquanto acontece esse processo, vamos pensando e trabalhando nas próximas etapas, que são os recursos humanos e o financiamento do hospital, já que a tabela do SUS está extremamente defasada e deficitária. Não há hospital que sobreviva somente coma venda de serviços ao SUS”, explica ele.

O presidente da Santa Casa, Renato Augusto Platz Guimarães, acrescenta que a Santa Casa é um hospital privado, sem fins lucrativos e reconhecida como entidade filantrópica. “Vamos precisar da ajuda da comunidade, das prefeituras e o suporte dos governos estadual e federal, como acontece hoje com a unidade central. Se fôssemos trabalhar só com o SUS, a Santa Casa já tinha fechado”, complementa.
Segundo Renato Guimarães, a assinatura do convênio que garantirá os recursos para a aquisição dos equipamentos da Unidade Morumbi é resultado,“em grande parte”, do trabalho do deputado federal Ricardo Barros. 
“Desde quando ocupava o cargo de ministro da Saúde, ele estava preocupado com o momento em que as obras físicas terminassem e chegasse o momento desta aquisição. Estivemos em Brasília, junto com o deputado (Luciano) Ducci, que inclusive agendou a audiência, e o deputado (estadual Sebastião) Medeiros e conversamos com o então ministro e desde então ele tem procurado viabilizar os recursos, seja através do Governo Federal ou Estadual. Sempre tivemos ajuda dos deputados. Mas, neste caso, é preciso fazer este reconhecimento especial ao deputado Ricardo Barros”, diz Guimarães.


História da Unidade Morumbi

A Unidade Morumbi foi viabilizada depois que um grupo privado, formado principalmente por médicos, desistiu de levar adiante um empreendimento particular, o Hospital Noroeste, que estava sendo construído em área doada pela Prefeitura, no Jardim Morumbi. 
O terreno, com as benfeitorias, foi devolvido ao município, que fez uma permuta com outra área com a Santa Casa (onde está construída a UPA).
Desta forma, nas mãos de uma entidade filantrópica, foram viabilizados os investimentos pelo Governo do Estado: R$ 9 milhões numa primeira etapa, com contrapartida do hospital de R$ 528.212,31 e depois mais R$11 milhões e contrapartida de R$ 88.520,80. 
Estes recursos permitiram a conclusão das obras e a ampliação do hospital, que de 60 passou para 110 leitos e mais 13 de UTI. O projeto original previa de 5.800 m² de construção e foi para 8.300 m². 
Foram realizadas também obras de adequação de acordo com a exigência de novas legislações. Estima-se que, em valores atuais, o grupo de empreendedores investiu, à época, cerca de R$ 10 milhões.

Fonte-RoyNews/Diário do Noroeste

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